Lista de biografias sobre: Jornalistas Esportivos.

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Fala, galera!

Esse é mais um,, dentre vários textos, onde irei reunir as principais biografias nacionais e internacionais sobre personagens envolvidos no futebol! A ideia é ajudar os profissionais que já trabalham na área, os que pretendem trabalhar, os estudantes e os pesquisadores.

Conheço bem as dificuldades de encontrar os livros sobre o esporte bretão no nosso país e, espero poder contribuir para melhorar esse cenário!

Aproveito para ratificar o que já falei em algumas oportunidades: além da leitura técnica sobre o tema, é muito importante também a leitura das biografias dos grandes profissionais e das grandes referencias na sua área de atuação!

Aqui no Brasil, a profissão de jornalista esportivo é bem antiga! Os primeiros profissionais dedicados a área surgiram no início do século XX, período em que o nosso querido esporte bretão chegou por aqui!

No início, trabalhava-se, com técnicas bem simples, de narração in loco e pequenas matérias semanais nos jornais. Com o passar dos anos, isso foi evoluindo até chegarmos no patamar atual, da era moderna, onde o lado científico e tecnológico foi somado, de vez, as experiências do jornalismo esportivo amador e profissional.

Atualmente, há vários cursos voltados para a área do jornalismo esportivo, tanto online quanto presenciais. Numa busca rápida na internet, é muito fácil encontrá-los.

Acrescentar o uso de outras “modalidades” jornalísticas, como por exemplo: o investigativo, o cultural e o literário, te ajudará demais à atingir o máximo do seu potencial, acrescentando a ele, as peculiaridades de cada prática jornalística, que exigem elementos diferentes dos seus profissionais.

Além disso, é importante frisar que um jornalista esportivo deve sempre associar o seu conhecimento a outras áreas, como por exemplo: a Educação Física e a Gestão do Futebol!

Além dos livros impressos, no Brasil e no exterior, sobre o tema, já foram produzidos muitos artigos, monografias, dissertações, teses, entrevistas, notícias, matérias, reportagens, e-books, vídeos, DVDs e VHSs, por excelentes profissionais, que poderão auxiliar, e muito, o seu aprofundamento sobre o assunto!

Finalizo, então, fazendo um pedido: escrevam sobre os nossos jornalistas! Em outras línguas, como o inglês, é maior o número de obras lançadas e isso ajuda demais aos seus respectivos países. Vamos unir forças e ajudar a alavancar o futebol brasileiro!

Enfim é chegada a grande hora! Os principais livros impressos sobre o tema, em português, e por ordem do ano de lançamento, são:

–  Fiori Gigliotti: O locutor da torcida brasileira.
capa do livro fiori gigliotti o locutor da torcida brasileira
Ano: 2019.
Autores: Mauro Beting e Paulo Rogério.
Editora: Onze Cultural.
ISBN: 9788593934131.
Páginas: 304.
Sinopse: “Fiori Gigliotti, o locutor da torcida brasileira” é uma obra literária sobre a vida e carreira da lenda do rádio esportivo. Escrito por Mauro Beting e Paulo Rogério, o livro tem prefácio de Milton Neves. Passados 13 anos do falecimento, este livro pretende eternizar a memória do dono dos bordões mais conhecidos pelos fanáticos por futebol; “o tempo passa”, “crepúsculo de jogo”, “abrem-se as cortinas e começa o espetáculo” e outras frases marcantes que faziam parte das suas transmissões. Os dourados anos de Bandeirantes, a tentativa de eleger-se deputado e o recomeço na Record são alguns assuntos abordados pelos autores. O início da carreira, os amores e as histórias de pescaria são ingredientes extras que certamente aproximarão os fãs do saudoso ídolo. Biografia autorizada e definitiva. Recebeu mais de duzentos títulos de cidadão honorário, principalmente pelo interior de São Paulo, trabalhando como locutor desde 1947 atuou nos prefixos da Rádio Clube de Lins (São Paulo), Rádio Cultura de Araçatuba (São Paulo), Rádio Bandeirantes, Rádio Pan-Americana (atual Jovem Pan), Rádio Tupi e Rádio Record. Seu último trabalho foi como comentarista na rádio capital de São Paulo. Foi na transmissão da Rede Globo da partida inaugural da Copa do Mundo de 2006, Alemanha vs Costa Rica, um dia após a sua morte, que o mestre Fiori recebeu homenagem de Galvão Bueno, que iniciou a narração com a inesquecível frase do grande Fiori: “abrem-se as cortinas e começa o espetáculo”.

– Cásper Líbero: Jornalista que fez escola.
capa do livro casper libero jornalista que fez escola
Ano: 2019.
Autor: Dácio Nitrini.
Editora: Terceiro Nome.
ISBN: 9788578163099.
Páginas: 208.
Sinopse: “Em 1943, no auge da carreira, o jornalista e empresário Cásper Líbero, dono da rádio e do jornal A Gazeta, morreu num acidente da ponte aérea quando o avião em que viajava, o “Cidade de São Paulo”, se preparava para aterrissar na Baía da Guanabara. Personagem controverso, cheio de amigos e de inimigos, sua história de vida passa pelos intelectuais modernistas, duas revoluções, exílios, a II Guerra, o romance com a francesa Maggy e duas tentativas de derrubar Vargas – a quem apoiou depois, de olho na sobrevivência de sua Gazeta. Dias depois da sua morte, seu testamento foi aberto e houve uma surpresa: exceto a casa em que morava com sua companheira Maggy, que ele deixava para ela, todo o resto da sua fortuna Cásper destinava à criação da primeira faculdade de jornalismo brasileira e à fundação que deveria manter sua rádio e seu jornal, remunerar os principais funcionários com o lucro do empreendimento e gerenciar a faculdade de jornalismo. Arrojado e obcecado por novidades tecnológicas, Cásper providenciou a primeira transmissão ao vivo de futebol, durante o Campeonato Sul-Americano de 1922, usando um equipamento avançado para a época, o “telefone alto-falante” – um equipamento que reverberava o jogo lance a lance, narrado por telefone do Rio de Janeiro, que levou uma multidão a se aglomerar na frente do prédio do jornal, de onde saía a notícia. Talentoso criador de eventos de marketing, foi também Cásper quem criou uma das mais tradicionais corridas de rua do país, a São Silvestre, realizada pela primeira vez em São Paulo, em 1925, com 62 atletas inscritos – em 2019, a competição recebe nada menos que 35 mil inscrições de atletas de várias partes do mundo.”.

– Juca Kfouri: Confesso que perdi – Memórias.
capa do livro confesso que perdi
Ano: 2017.
Autor: Juca Kfouri.
Editora: Companhia das Letras.
ISBN: 9788535929737.
Páginas: 248.
Sinopse: “Em quase cinquenta anos de atuação como jornalista, Juca Kfouri acompanhou de perto, como observador ou participante (e muitas vezes as duas coisas), experiências fundamentais do mundo da política, da cultura e do esporte. O saldo é uma inescapável sensação de derrota, compartilhada nas memórias que o autor registra em Confesso que perdi. Juca cobriu todas as Copas do Mundo desde 1982, e já havia participado indiretamente da cobertura das Copas de 1970, 1974 e 1978. À frente da revista Placar, foi responsável por desvendar e denunciar a chamada “máfia da loteria esportiva”, e por memoráveis capas como a que trazia seu amigo Sócrates posando como “O pensador”, de Rodin. Na Playboy, revista que também dirigiu, Juca publicou entrevistas e reportagens notáveis, como a que revelou a identidade do desenhista Carlos Zéfiro, um segredo que durava mais de trinta anos: tratava-se do funcionário público Alcides Caminha, parceiro de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Tendo se oposto à construção do Itaquerão, o corintiano Juca estava no meio da torcida na fatídica noite de 1977, quando o time quebrou o jejum de mais de vinte anos sem títulos. “Não sei como, fui parar no gramado do Morumbi, com uma bandeira na mão, bandeira que não levara ao estádio e não me recordo de ter comprado”, lembra, sem lembrar. É com a sinceridade de quem sabe que a memória é traidora que o autor nos oferece essas deliciosas confissões de derrota.”.

– Sandro Moreyra: Um autor a procura de um personagem.
capa do livro sandro moreyra um autor a procura de um personagem
Ano: 2017.
Autor: Paulo Cezar Guimarães.
Editora: Gryphus.
ISBN: 9788583110965.
Páginas: 292.
Sinopse: “Trata-se de uma biografia sobre Sandro Moreyra – jornalista famoso, que viveu a história do futebol nas décadas de 50, 60, 70 e 80, e muito conhecido pelas suas tiradas de humor, Como diz Ruy Castro na introdução: “Sandro era um humorista do futebol. Na carteira de trabalho, era repórter, mas seu senso de humor prevalecia sobre a notícia. Sabia de tudo que se passava no Botafogo e nos outros clubes, mas preferia inventar, desde que pudesse fazer rir. Seu personagem do coração era Garrincha, sobre quem inventou as histórias que as pessoas repetiam como se fossem verdadeiras (uma delas, a de que Garrincha chamava os adversários de “João”). Para dar um ar de autenticidade aos relatos, Sandro os contava primeiro para alguns colegas, como se estivesse passando uma notícia em primeira mão. Fez isso, por exemplo, com Mario Filho, que recheou com elas seu livro Copa do Mundo 1962. Como amigo íntimo de Garrincha, Sandro criou a imagem do “passarinho” ingênuo e foi decisivo para encobrir suas trapalhadas com o álcool e as mulheres – muitas vezes o enfiou no chuveiro de sua casa, tentando curá-lo do porre a minutos de um treino no Botafogo. Quando Garrincha começou a decair, Sandro continuou a inventar histórias, só que com um novo personagem: Manga, goleiro do mesmo Botafogo. Mas foi dos poucos que seguiram Garrincha até o fim. Filho de Eugênia e Álvaro Moreyra, duas grandes figuras da cultura brasileira na primeira metade do século, Sandro era hábil com as palavras – seu livro, Histórias de Sandro Moreyra, é um clássico do humor. Na Copa de 1966, em Londres (a primeira a que muitos brasileiros compareceram, pagando a viagem a prestações), um torcedor viu-o à saída do estádio, logo depois da eliminação do Brasil diante de Portugal, e perguntou chorando: “E agora, Sandro???.” Ele respondeu: “Agora você tem 25 meses para pagar.” Mas sua melhor frase foi a que pronunciou no mesmo Castelinho, quando um amigo, ao ver que eram duas da tarde de um dia útil, convidou-o a irem embora da praia. Sandro respondeu: “Não posso. Ainda tenho muito o que lazer.”.

– Milton Ferretti Jung: Gol, gol, gol, um grito inesquecível na voz do rádio.
capa do livro milton ferretti jung gol gol gol um grito inesquecivel na voz do radio
Ano: 2017.
Autora: Kátia Hoffmann.
Editora: AGE.
ISBN: 9788583433538.
Páginas: 88.
Sinopse: “O rádio ainda é um veículo de comunicação que cativa as pessoas, pois faz companhia e mexe com o imaginário. A obra “Gol, gol, gol, um grito inesquecível na voz do rádio” faz uma homenagem a Milton Ferretti Jung, que, com sua locução impecável, reunia famílias em torno do rádio para se informarem por meio do Correspondente Renner. Mas é também exemplo de aventura incrível pela vida deste ícone do rádio desde o começo, com sua primeira narração improvisada, passando por uma juventude transviada, até a trajetória de sua carreira como locutor de notícias e narrador de futebol. Os guaibeiros, como são conhecidos carinhosamente os ouvintes da Rádio Guaíba, não foram esquecidos. Ao final de cada capítulo, há depoimentos escritos por eles que relatam o amor pela emissora.”.

– Viva como se estivesse de partida: Um relato otimista e emocionante do jornalista que sobreviveu a tragédia da Chapecoense.
capa do livro viva como se estivesse de partida um relato otimista e emocionante do jornalista que sobreviveu a tragedia da chapecoense
Ano: 2017.
Autor: Rafael Henzel.
Editora: Principium.
ISBN: 9788525064202.
Páginas: 120.
Sinopse: “O livro apresenta um relato emocionante e repleto de otimismo de Rafael Henzel, único jornalista sobrevivente do voo que resultou na tragédia envolvendo jogadores da Chapecoense, comissão técnica, dirigentes, jornalistas e tripulação do avião da LaMia no fim de 2016. Em Viva como se estivesse de partida, o narrador esportivo recorda os momentos que antecederam o acidente e compartilha a jornada de gratidão pela dádiva da vida que traçou a partir do momento do resgate. No dia 23 de novembro, Rafael Henzel acompanhava da cabine da Arena Condá a disputa entre o San Lorenzo e a Chapecoense por uma vaga na final da Copa Sul Americana. Trinta segundos antes do jogo terminar, o goleiro Danilo evitou o gol do time argentino, colocando a Chape na final. Narrando a partida pela rádio catarinense Oeste Capital, Henzel vibrou e chorou naqueles que eram “os últimos momentos do jogo que alçaria uma equipe de futebol, e também uma cidade e uma região, a um patamar jamais imaginado”, como ele afirma no livro. Cinco dias depois, o avião que transportava a delegação para Medellín, na Colômbia, onde o time disputaria a final, se chocou com uma montanha, resultando em 71 vítimas fatais e seis sobreviventes. Além de relembrar as horas logo após a queda da aeronave, quando se perguntava se aquele seria de fato o fim, o difícil resgate e sua recuperação espantosa ainda na Colômbia e depois já no Brasil, Rafael fala sobre a importância da solidariedade que recebeu de todos os cantos do mundo, o carinho dos médicos, enfermeiros e do povo colombiano, a dor pelos amigos perdidos, mas também a gratidão pela vida e pela oportunidade de valorizar as pequenas coisa do dia a dia. No livro, repleto de mensagens de esperança, otimismo e solidariedade, Rafael divide com o leitor tudo que mudou em sua vida após receber essa segunda chance e afirma ter plena consciência de que sua missão após vivenciar o que muitos consideram um milagre é levar uma mensagem de amor e gratidão a todos e mostrar que não é preciso vencer a morte para começar de novo.”.

– Quebrando os limites: Como superar desafios na vida.
capa do livro quebrando os limites como superar desafios na vida
Ano: 2016.
Autora: Carol Barcellos.
Editora: Planeta.
ISBN: 9788542207606.
Páginas: 160.
Sinopse: “Fazer uma ultramaratona no deserto do Atacama, subir em árvores de 100 metros de altura, entrar em cavernas profundas no interior da China e correr no Polo Norte. A partir da vivência dessas aventuras, a jornalista e apresentadora de TV Carol Barcellos conta como aprendeu a superar o medo e a ultrapassar os limites. Como nunca foi atleta, ela explica o que é preciso para sair da zona de conforto e encarar os desafios no esporte, no trabalho, em todos os momentos da vida. Disciplina, motivação, fé, determinação, leveza e trabalho em equipe são alguns dos itens imprescindíveis. Segundo Carol, ‘a graça do desafio está no percurso para vencê-lo’. Ricamente ilustrado e com frases inspiradoras, este livro traz uma mensagem de incentivo e de coragem para todos.”.

– Fala, Galvão!
capa do livro fala galvao
Ano: 2014.
Autores: Galvão Bueno e Ingo Ostrovsky.
Editora: Globo Livros.
ISBN: 9788525058188.
Páginas: 312.
Sinopse: “As memórias do maior narrador esportivo do Brasil. Galvão Bueno conta suas melhores histórias com Pelé, Ayrton Senna, Ronaldo e outros grandes atletas brasileiros, comenta polêmicas do esporte e revela segredos dos bastidores que só um ícone da televisão poderia saber. A história do esporte brasileiro se confunde com a trajetória do narrador. Vai que é suuuua, Galvão!”.

– Milton Neves: Biografia do jornalista esportivo mais polemico do Brasil.
capa do livro milton neves biografia do jornalista esportivo mais polemico do brasil
Ano: 2013.
Autor: André Rosemberg.
Editora: Lazuli.
ISBN: 9788578650759.
Páginas: 224.
Sinopse: “Polêmico como sempre, neste livro Milton Neves conta os causos da infância pobre, a paixão pelo futebol, o esforço para ser um profissional de renome e as desavenças muitas delas públicas, envolvendo nomes famosos da vida brasileira.”.

– Minha gente: Luiz Mendes – O mestre da crônica esportiva do Brasil.
capa do livro minha gente o mestre da cronica esportiva do brasil
Ano: 2010.
Autora: Ana Maria Pires.
Editora: 7 Letras.
ISBN: 9788575777398.
Páginas: 208.
Sinopse: “A trajetória de Luiz Mendes se confunde com a própria história do rádio e da televisão no Brasil, e ainda traz o testemunho vivo das 16 Copas do Mundo que acompanhou, a maioria delas como locutor ou comentarista. Um dos maiores ícones de nosso rádio esportivo, Luiz Mendes foi um dos fundadores da Rádio Globo, narrou a final da Copa de 1950 – transmitindo a todo o país a desolação que tomou conta do estádio com a derrota para o Uruguai no famoso “Maracanazzo” –, viveu um conto de fadas com uma das maiores atrizes de radionovela num casamento que já dura mais de seis décadas, e ainda tem muita história para contar. O livro de Ana Maria Pires faz jus ao “Mestre” – como é conhecido entre seus pares –, revelando essa trajetória que trouxe o “Menino de Ouro” da pequena Ijuí para se tornar uma das vozes mais conhecidas do Rio de Janeiro e do Brasil. O livro traz ainda depoimentos de alguns dos maiores nomes do jornalismo esportivo nacional, reverenciando o trabalho do “comentarista da palavra fácil”, que marcou tantas gerações de ouvintes.”.

– João Saldanha: Uma vida em jogo.
capa do livro joao saldanha uma vida em jogo
Ano: 2007.
Autor: André Iki Siqueira.
Editora: Nacional.
ISBN: 9788504011593.
Páginas: 552.
Sinopse: “O livro reconstitui os 73 anos de vida de Saldanha, o mais consagrado comentarista esportivo do país, sua personalidade e carreira. O jornalismo, as aventuras, a paixão pelo Botafogo, as brigas, os debates, as frases antológicas e seu amor pela vida e pelo povo brasileiro estão nas páginas deste livro.”.

– Juca Kfouri: O Militante da Notícia.
capa do livro o militante da noticia
Ano: 2006.
Autor: Carlos Alencar.
Editora: Imprensa Oficial.
ISBN: 9788570603562.
Páginas: 212.
Sinopse: “”O traço marcante na trajetória de José Carlos Amaral Kfouri é o seu engajamento na busca da verdade. Integral, tanto na esfera pessoal como na profissional. Tanto na especialidade em que se tornou célebre – o jornalismo esportivo – como no jornalismo político ou na defesa do jornalismo em si, esteio do processo democrático” (Alberto Dines). Este livro conta como foi a trajetória de Juca Kfouri que de ativista político em organizações de esquerda nos anos 60 passou a militante da notícia: investigando fatos, buscando a verdade, participou ativamente de alguns dos principais momentos da vida política e do esporte nacional.”.

– João Saldanha.
capa do livro joao saldanha
Ano: 2005.
Autor: João Máximo.
Editora: Relume-Dumará.
ISBN: 9788573164084.
Páginas: 144.
Sinopse: “Perfil de uma das figuras mais fascinantes do futebol brasileiro. Dono de uma personalidade ao mesmo tempo ingênua e explosiva, João Saldanha foi membro do Partido Comunista, comentarista esportivo e ex-técnico da Seleção Brasileira.”.

– Osmar Santos: O milagre da vida.
capa do livro osmar santos o milagre da vida
Ano: 2004.
Autor: Paulo Mattiussi.
Editora: Sapienza.
ISBN: 9788598126029.
Páginas: 287.
Sinopse: “A voz inconfundível de Osmar Santos ainda pulsa na memória de milhões de pessoas. Finalmente, uma biografia compreende totalmente este fenômeno da comunicação. A partir de uma ampla pesquisa em arquivos de imprensa, pessoais e familiares, o jornalista Paulo Mattiussi revive em um texto emocionalmente a trajetória de glória e sucesso do maior nome da comunicação esportiva, interrompida repentinamente por um acidente que silenciaria para sempre as locuções inesquecíveis do “pai da matéria”.

– O Marechal da Vitória: Uma história de rádio, tv e futebol.
capa do livro o marechal da vitoria uma historia de radio tv e futebol
Ano: 2004.
Autores:  Tom Cardoso e  Roberto Rockmann.
Editora: A Girafa.
ISBN: 9788589876759.
Páginas: 368.
Sinopse: “Rádio, TV e futebol ― as grandes paixões brasileiras que fizeram Paulo Machado de Carvalho mudar a história do Brasil Paulo Machado de Carvalho, um dos maiores dirigentes esportivos do país e fundador da TV Record, uma personalidade que construiu uma sólida carreira no mundo empresarial, é biografado pelos jornalistas Tom Cardoso e Roberto Rockmann. Paulo Machado chefiou a comissão técnica das seleções que ganhariam os dois primeiros títulos mundiais do futebol brasileiro, em 1958, na Suécia, e em 1962, no Chile. Suas ideias profissionalizaram e mudaram para sempre a forma de planejar e organizar o esporte mais popular do país, razão pela qual o estádio do Pacaembu, em São Paulo, tem seu nome. Graças a seu espírito inovador, nos anos1950 a TV Record conseguia competir de igual para igual com a poderosa Tupi, de Assis Chateaubriand. Na década seguinte, desbancou a concorrência, levando ao ar programas memoráveis, como o humorístico “Família Trapo”, estrelado por Ronald Golias, e o divertido “Esta noite se improvisa”, que marcou a estreia na televisão de nomes como Chico Buarque e Caetano Veloso. Os grandes festivais de música popular brasileira formam ainda outro capítulo de sucesso do canal 7 de São Paulo. Foi lá que Roberto Carlos e Erasmo Carlos surgiram como mitos da juventude, à frente do movimento da Jovem Guarda. E foi lá também que Elis Regina subiu ao palco para apresentar “O fino da bossa”, ao lado de Jair Rodrigues. Antes, porém, de a TV Record fazer sucesso com os festivais e os programas de variedades e humor, a Rádio Record, comprada por Paulo Machado em 1931, já era um fenômeno de audiência, apresentando musicais de Carmem Miranda, Francisco Alves, Almirante e Isaurinha Garcia. Para escrever O Marechal da vitória (selo A Girafa), os jornalistas Tom Cardoso e Roberto Rockmann entrevistaram 89 pessoas que conviveram com Paulo Machado, além de realizar uma extensa pesquisa nos arquivos do jornal O Estado de S. Paulo e no arquivo da família.”.

– Olho no lance: Silvio Luiz.
capa do livro olho no lance
Ano: 2002.
Autor: Wagner William.
Editora: Best-Seller.
ISBN: 9788571237728.
Páginas: 320.
Sinopse: “A voz de Silvio Luiz está incorporada à vida de milhares de brasileiros. Este livro recupera sua trajetória desde a estreia no rádio até os dias de hoje: são cinco décadas de história. cinco décadas de rádio. televisão e futebol.”.

– As Incríveis Histórias do Futebol.
capa do livro as incriveis historias do futebol
Ano: 2001.
Autor: Roberto Avallone.
Editora: NBL.
ISBN: 9788588516014.
Páginas: 95.
Sinopse: “Como Pelé gostaria de ter feito o seu milésimo gol? Qual foi o fato místico ocorrido na noite que antecedeu a conquista do título paulista pelo Corinthians diante da Ponte Preta, após 23 anos de jejum? Quem foi o jogador que, vaiado por mais de 200.000 pessoas em pleno Maracanã ao substituir Garrincha na Seleção, saiu de campo sob aplausos após exuberante exibição? Ao longo de mais de 32 anos de uma premiada carreira no jornalismo esportivo, Roberto Avallone vivenciou e colecionou incríveis histórias de futebol. Esse livro é o resultado dessa experiência, uma memória-viva do esporte mais amado do planeta. Aventure-se por inéditos contos de bastidores, histórias intrigantes, personagens marcantes, esquadras inesquecíveis, seleções quase imbatíveis.”.

– O Anjo Pornográfico: A vida de Nelson Rodrigues.
capa do livro o anjo pornografico
Ano: 1992.
Autor: Ruy Castro.
Editora: Companhia das Letras.
ISBN: 9788571642775.
Páginas: 464.
Sinopse: “A vida de Nelson Rodrigues (1912-1980) foi mais espantosa do que qualquer uma de suas histórias. E olhe que ele escreveu peças como Vestido de noiva e Boca de ouro, romances como Asfalto selvagem e O casamento e os milhares de contos de A vida como ela é… . Mas foi de sua vida, e da vida de sua trágica família, que Nelson Rodrigues extraiu a obsessão pelo sexo e pela morte. Gênio ou louco? Tarado ou santo? Reacionário ou revolucionário? Nenhum outro escritor brasileiro foi tão polêmico em seu tempo. Para escrever O anjo pornográfico, Ruy Castro, autor do consagrado Chega de saudade, realizou centenas de entrevistas com 125 pessoas que conheceram intimamente Nelson Rodrigues e sua família. Elas o ajudaram a reconstituir essa assombrosa história, capaz de arrancar risos e lágrimas. Prêmio Jabuti 1993 de Melhor Capa.”.

P.S.: Caso você tenha interesse em comprar alguma das obras aqui citadas, tenha alguma sugestão, reclamação, indicação ou interesse em mais informações, favor enviar um e-mail para:

literaturaefutebol@outlook.com.br

ou uma mensagem no WhatsApp para:

(71) 9 8760-5501 – Leo Lyra.

P.P.S.: Aproveito para ratificar que as sinopses foram escritas pelas editoras e/ou autores dos livros, não expressando necessariamente a minha opinião pessoal sobre a obra.

P.P.P.S.: Confira também a lista de livros sobre Jornalismo Esportivo:

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